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Captain Beefheart & His Magic Band – Safe As Milk (1967) fevereiro 27, 2008

Filed under: 60's,blues,nuggets,proto-punk — somenoise @ 2:26 am

Don Van Vliet (nascido Don Glen Vliet, no dia 15 de Janeiro de 1941 em Glendaele, Califórnia) é um pintor e músico aposentado, mais conhecido pelo pseudônimo Captain Beefheart. Seu trabalho musical tinha o acompanhamento de um grupo rotativo de músicos chamado Magic Band, que esteve ativo desde o meio dos anos 60 até o início dos anos 80. Van Vliet era principalmente um cantor, mas também tocava harmônica, e ocasionalmente tocava saxofone de uma forma barulhenta, sem didática, num estilo free jazz. Suas composições são caracterizadas pela estranha mistura de marcações de tempo inusitadas e pelas letras surrealistas, enquanto Van Vliet é lembrado como um ditador rude em relação aos seus músicos, e também pelo seu relacionamento enigmático com o público. – Wikipedia.

“Safe As Milk” é o primeiro disco desse doido, mais “digerível” e menos viajandão do que os outros, portanto, ideal pra se começar uma apreciação do som dele…

1. “Sure ‘Nuff ‘n Yes I Do” (Don Van Vliet/Herb Bermann) – 2:15
2. “Zig Zag Wanderer” (Van Vliet/Bermann) – 2:40
3. “Call On Me” (Van Vliet) – 2:37
4. “Dropout Boogie” (Van Vliet/Bermann) – 2:32
5. “I’m Glad” (Van Vliet) – 3:31
6. “Electricity” (Van Vliet/Bermann) – 3:07
7. “Yellow Brick Road” (Van Vliet/Bermann) – 2:28
8. “Abba Zaba” (Van Vliet) – 2:44
9. “Plastic Factory” (Van Vliet/Bermann/Jerry Handley) – 3:08
10. “Where There’s Woman” (Van Vliet/Bermann) – 2:09
11. “Grown So Ugly” (Robert Pete Williams) – 2:27
12. “Autumn’s Child” (Van Vliet/Bermann) – 4:02

CD bonus tracks

13. Safe as Milk (Take 5)
14. On Tomorrow
15. Big Black Baby Shoes
16. Flower Pot
17. Dirty Blue Gene
18. Trust Us (Take 9)
19. Korn Ring Finger

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One Response to “Captain Beefheart & His Magic Band – Safe As Milk (1967)”

  1. canhota Says:

    Obra-prima. Avante, agosto de 1978.

    Dropout Boogie: De repente, após o riff e melodia calculadamente idiotizados (recurso usado à exaustão no punk/pós-punk) entra um vibraphone jazzístico e MAROTO – ABSURDAMENTE MAROTO – jogando a música pra outra dimensão (pra depois voltar com tudo na tosqueira).

    É bonito de chorar.


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